Diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro: entenda!

Entender qual é a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro é a dúvida de muitos casais.


Quando um casal não consegue engravidar pelas vias normais, ele busca a ajuda de médicos especialistas em uma clínica de fertilidade, que oferece opções de reprodução assistida.


Entre as opções oferecidas, duas se destacam como as mais procuradas: a inseminação artificial e a fertilização in vitro.


Um casal pode ser considerado infértil após tentar engravidar normalmente por um ano e não conseguir. Na verdade, isso é mais comum do que os pacientes acreditam.


Recomenda-se buscar auxílio médico para engravidar depois de um ano de tentativas sem sucesso para mulheres com até 35 anos, e 6 meses para mulheres de 35 a 40 anos. Mulheres acima dos 40 anos não devem aguardar para procurar orientação.


Cerca de 15% da população mundial, segundo pesquisa da Revista Crescer, passam por problemas relacionados à reprodução. Além disso, pesquisas apontam que 40% dos casos de infertilidade são um problema do casal, não somente de um dos parceiros.


Os outros 60% dos casos se dividem igualmente entre homens e mulheres, mas na grande maioria dos casos há sucesso em reverter a infertilidade com a ajuda da Medicina.

Neste artigo, vamos mostrar um pouco do perfil de cada uma das técnicas, para que você tire as suas dúvidas e saiba qual técnica melhor atende o seu caso. Vamos lá?


O que é a inseminação artificial?

A inseminação intrauterina (IIU), conhecida popularmente como inseminação artificial, é uma técnica indicada para casais com leves dificuldades para engravidar de forma natural.



As causas para essa dificuldade são das mais variadas. Nas mulheres, por exemplo, a ausência da ovulação pode ser a causa. Já nos homens, as alterações no sêmen. Seu médico ginecologista pode indicar exames que ajudam a detectar quais os impedimentos para engravidar e sugerir a inseminação intrauterina.


Essa técnica é muito utilizada com uso de sêmen doado em casais homoafetivos formado por duas mulheres, quando uma das parceiras deseja gerar o bebê, ou por mulheres que querem ter produção independente.


Como a inseminação intrauterina é feita?

Primeiro, a mulher recebe medicamentos que irão estimular o crescimento dos folículos, que contêm os óvulos. Depois, o sêmen é coletado, avaliado e preparado em laboratório.


Em seguida é aplicado no útero, simulando o que ocorreria naturalmente após a relação sexual, que é o percurso natural do óvulo e espermatozoide na tuba uterina para a fecundação.


Depois que óvulo e espermatozoide se encontram, o embrião é formado, começando assim a gravidez.


Agora que você já sabe como é feita a inseminação intrauterina, vamos entender a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro.


O que é a fertilização in vitro (FIV)?

A fertilização in vitro é uma das técnicas mais utilizadas, pois é o tratamento reprodutivo com mais chances de sucesso. A FIV consiste em fazer a fertilização do óvulo com o espermatozoide in vitro — fora do organismo da mulher.


A fertilização in vitro é indicada para casais que não conseguem engravidar pelas formas naturais ou que já tentaram a inseminação artificial e não obtiveram sucesso. Alguns exemplos de indicação de fertilização in vitro são casos de mulheres que têm obstrução ou ausência das trompas, problemas em ovular e baixa reserva ovariana.


Também é indicado aos homens que possuem baixa produção ou ausência de espermatozoides (obstrutiva ou não obstrutiva). Além disso, os casais que farão uso de óvulos doados ou barriga solidária usam a fertilização in vitro como forma de conceber.


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de três milhões de bebês vieram ao mundo pela fertilização in vitro, desde a criação da técnica em 1978.


Como é feita a fertilização in vitro?

Na fertilização in vitro, a mulher também recebe medicamentos para estimular sua ovulação. Diferentemente da inseminação, o encontro do óvulo com o espermatozoide é reproduzido em laboratório.



Nesse caso, os óvulos são coletados para serem fertilizados pelos espermatozoides previamente preparados para a técnica escolhida. Na FIV clássica, os óvulos são colocados em contato com os espermatozoides em uma placa de cultura para serem fertilizados. Na ICSI - Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides, o espermatozoide é injetado dentro do óvulo.

A transferência do embrião para o útero pode ocorrer em estágio de clivagem, após permanecer de 2 a 3 dias em cultivo no laboratório, ou em estágio de blastocisto. Normalmente, o embrião atinge o estágio de blastocisto após 5 a 7 dias em cultivo.


Após a transferência, o embrião continuará a se desenvolver e espera-se que ocorra a implantação no endométrio, na tentativa que a gestação seja levada até o final.


A fertilização in vitro pode ser feita com o uso de gametas doados. Se a mulher tem baixa reserva ovariana, tendo pouco ou nenhum óvulo captado, é possível utilizar óvulos de uma doadora. O mesmo serve quando a infertilidade é masculina, podendo utilizar sêmen doado.


Qual a diferença entre a inseminação e a fertilização (FIV)?

Agora você sabe um pouco sobre as técnicas, quer saber qual a diferença entre a inseminação artificial e a fertilização in vitro.



A principal diferença entre a inseminação e fertilização é a forma como o encontro entre os gametas acontece, ou seja, a fecundação. Na inseminação artificial, o sêmen é injetado diretamente no útero durante o período fértil da mulher. A partir daí, o organismo segue o processo natural.


Essa é uma técnica que consiste em ajudar a união dos gametas para a formação do embrião. Ou seja, é aquele empurrãozinho que a medicina pode dar aos casais com essa dificuldade.


Já a fertilização in vitro é mais complexa, pois o óvulo é retirado do ovário e fertilizado em laboratório. Somente após o embrião se desenvolver no laboratório, em um ambiente todo preparado para simular as condições uterinas, que ele é novamente transferido para o útero.


Como escolher entre a inseminação e a fertilização?

Para escolher entre a inseminação e a fertilização é preciso considerar diversos fatores. Essa é uma decisão que envolve tanto as preferências do casal quanto a opinião do médico que está acompanhando o caso.


Geralmente, a inseminação é indicada para casais com problemas mais simples, como as leves alterações na ovulação ou sêmen. Já a fertilização é indicada para casos mais graves e que dificultam o processo da fecundação no organismo.


Além disso, por ser uma técnica mais simples, a inseminação é mais barata. No entanto, as clínicas de fertilidade lidam com sonhos. Por isso, é possível se planejar e se preparar financeiramente, já que as clínicas oferecem diversos planos e condições para que o seu sonho de formar uma família se torne realidade.


Por isso, também é importante que busque por uma clínica de fertilidade de confiança. Assim, você tem a certeza de estar lidando com profissionais que o apresentaram a melhor técnica para você e a sua família.

Como acompanhamos neste artigo, a diferença entre inseminação artificial e fertilização in vitro se dá na complexidade da técnica utilizada para a fecundação. Se você está buscando por uma dessas alternativas, converse com o seu médico.

Se você ficou com alguma dúvida, ou está pesquisando sobre as técnicas, entre em contato conosco ou agende uma consulta. Será um prazer atendê-lo!


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