Existem taxas de sucesso diferentes entre a transferência a fresco e o ciclo seguinte?
- SEMEAR fertilidade

- há 3 horas
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Uma dúvida comum entre as pacientes é se o momento da transferência — logo após a coleta ou em um ciclo posterior, com embriões congelados — altera as chances de sucesso do tratamento.

O que a ciência mostra
l As chances de gravidez são relativamente similares entre as duas estratégias, sendo ambas caminhos eficazes para alcançar o objetivo da maternidade.
l A decisão não se baseia em uma diferença drástica de sucesso, mas sim na segurança da paciente e na estratégia clínica mais adequada ao seu caso específico.
Riscos e limitações
l O congelamento de embriões é fundamental em situações que exigem cautela, como para evitar o risco de Síndrome do Hiperestímulo Ovariano (SHO).
l Determinados protocolos de estimulação, que utilizam medicações como a progesterona para bloqueio, tornam o congelamento mandatório, pois o ambiente uterino precisa de um intervalo para se preparar adequadamente.
l Transferir embriões após o congelamento também facilita processos como a realização do teste genético pré-implantacional (PGT-A) e permite um retorno mais tranquilo da paciente para casa logo após a punção.
Abordagem recomendada
l A escolha entre realizar o procedimento a fresco ou no ciclo seguinte é sempre individualizada, baseada na análise criteriosa do seu médico sobre sua resposta à estimulação.
l O foco deve estar em selecionar a estratégia que traga maior segurança clínica e menor risco de complicações, garantindo que o útero esteja no seu momento ideal para a implantação.

Em resumo
As taxas de sucesso são equivalentes, e a estratégia ideal depende do perfil clínico da paciente. Seja a fresco ou em ciclo seguinte, o objetivo é sempre otimizar as condições para que o embrião encontre o melhor ambiente possível para se desenvolver.
Na SEMEAR fertilidade, cada decisão é guiada pela ciência e pelo cuidado individualizado, priorizando sempre a tranquilidade da paciente.









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