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Reprodução Assistida: Existe Risco de Síndromes Genéticas ou Malformações no Bebê?

  • Foto do escritor: SEMEAR fertilidade
    SEMEAR fertilidade
  • há 17 horas
  • 1 min de leitura

Uma dúvida comum entre pacientes é se bebês concebidos por reprodução assistida apresentam maior risco de síndromes genéticas ou malformações congênitas.


Embriões: Euploide, Mosaico e Aneuploide


O que a ciência mostra


· O risco geral de malformações em bebês após reprodução assistida é de aproximadamente 2%, muito semelhante ao da gestação natural (1,7%).

· A grande vantagem da fertilização in vitro (FIV) é permitir a redução de nascimentos com alterações cromossômicas, como a Síndrome de Down, quando se realiza o PGT-A (teste genético pré-implantacional).


Pontos de debate


· Alguns estudos sugerem que a reprodução assistida pode estar associada a um aumento discreto no risco de certas malformações, como as cardíacas (estimado em torno de 1%).

· Ainda há dúvidas científicas se esse aumento é real e, caso seja, se está relacionado ao tratamento ou às características próprias do casal.

Importância do acompanhamento

· Independentemente da forma como a gestação ocorreu, o acompanhamento pré-natal é essencial.

· Ele garante a detecção precoce de qualquer alteração e promove uma gestação mais segura para mãe e bebê.


óvulo

Em resumo


A reprodução assistida não aumenta significativamente o risco de síndromes genéticas ou malformações em comparação à gestação natural. Pelo contrário, oferece ferramentas como o PGT-A, que podem reduzir riscos cromossômicos.


Na SEMEAR fertilidade , reforçamos que cada gravidez merece cuidado e acompanhamento próximo, sempre guiados pela ciência e pelo acolhimento.

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