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O Embrião Corre Risco de Não Sobreviver ao Descongelamento?

  • Foto do escritor: SEMEAR fertilidade
    SEMEAR fertilidade
  • 16 de mai.
  • 1 min de leitura

Uma dúvida comum e que gera natural ansiedade é se o embrião pode não sobreviver ao processo térmico de descongelamento, impossibilitando a realização da transferência agendada para aquele dia.


Embriões: Euploide, Mosaico e Aneuploide

O que a ciência mostra


  • Graças à técnica de vitrificação (congelamento ultrarrápido), as taxas de sucesso são extremamente elevadas na medicina reprodutiva atual.

  • Segundo estatísticas clínicas, a taxa de sobrevivência embrionária ao descongelamento varia entre 90% a 95%.


Riscos e limitações


  • Embora o processo seja altamente eficiente, existe um risco estatístico real de 5% a 10% de o embrião não resistir ao procedimento.

  • Quando o embrião não sobrevive ao processo térmico, a transferência agendada para aquele dia precisa ser cancelada para prezar pela segurança do tratamento.


Abordagem recomendada


  •  A transparência sobre os riscos biológicos é essencial para alinhar expectativas e garantir o preparo emocional da paciente.

  • Focar em protocolos laboratoriais rigorosos é a melhor estratégia para manter as chances de sucesso dentro das maiores margens de segurança.


Embriões: Euploide, Mosaico e Aneuploide

Em resumo


 O risco de o embrião não sobreviver ao descongelamento existe, mas é estatisticamente baixo diante da tecnologia disponível hoje. A maioria absoluta dos embriões resiste bem ao processo, mantendo sua viabilidade para a transferência.


Na SEMEAR fertilidade, cada decisão é guiada pela ciência e pelo cuidado individualizado, priorizando sempre a tranquilidade da paciente.



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