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Salpingectomia na FIV: O Risco de Gravidez Ectópica é Eliminado?

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    SEMEAR fertilidade
  • há 3 dias
  • 1 min de leitura

Olá! Uma dúvida frequente entre pacientes é se a retirada das trompas (salpingectomia) anula completamente o risco de gravidez ectópica na fertilização in vitro (FIV). Na SEMEAR fertilidade, queremos esclarecer esse ponto com base em evidências médicas.


Embriões: Euploide, Mosaico e Aneuploide

O que acontece após a FIV?


Na maioria dos casos de gravidez ectópica pós-FIV, o embrião, após ser transferido para o útero, consegue migrar e se implantar na trompa — mesmo que ela esteja doente (hidrossalpinge) ou aparentemente normal.


Como a salpingectomia reduz o risco


Quando as trompas são removidas:


  • A principal via de migração do embrião é eliminada.

  • O risco de gravidez ectópica tubária se torna muito baixo.


Por que o risco não é zero


Apesar da redução significativa, ainda existem situações raras:


  • O embrião pode implantar-se em locais fora do útero, como no colo uterino, nos ovários ou, de forma extremamente rara, na cavidade abdominal.

  • Se restar um pequeno coto da trompa após a cirurgia, há uma mínima possibilidade de implantação nessa área.


Embriões: Euploide, Mosaico e Aneuploide

Em resumo


A salpingectomia é a intervenção mais eficaz para minimizar o risco de gravidez ectópica tubária na FIV, garantindo um tratamento de alto padrão e baixo risco. Na SEMEAR fertilidade, priorizamos a segurança e a eficácia, criando o ambiente uterino mais favorável para o sucesso da implantação.


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