Custo da fertilização in vitro: é possível gastar pouco?

Infelizmente no Brasil tratamentos de fertilização in vitro (FIV) não são cobertos pelo SUS ou pelos planos de saúde. Existem alguns hospitais públicos que oferecem o tratamento gratuitamente através de outras fontes de financiamento, no entanto, são serviços escassos e com longas filas de espera.


A maior limitação dos tratamentos da FIV é, no mundo inteiro, o mesmo: a falta de acesso devido ao preço elevado. Mas porque esses tratamentos custam tão caro? Para poder gastar menos é essencial entender como o tratamento funciona e escolher a forma mais eficiente de gastar seu dinheiro.


Quanto custa cada componente da FIV?


1. Preparo: exames, pré-tratamentos

Nesta fase de preparo é necessário prestar atenção ao que realmente é necessário. Existem exames que são obrigatórios pela ANVISA e outros que são recomendados pelo seu médico, para avaliar quais medicamentos ou condutas são necessários no seu caso.

Se o médico te envia uma longa lista de exames “mínimos” a serem feitos antes da consulta, preocupe-se. Provavelmente ele não está pensando no seu melhor interesse. Na medicina exames só devem ser solicitados quando temos uma hipótese diagnóstica, para direcionar uma terapia, ou então para rastreamento de doenças.

Pergunte o motivo de cada exame e se aquilo pode realmente te trazer um benefício. No mundo da fertilização in vitro, não faltam opções de aditivos para serem comprados. No entanto, o benefício de grande parte destes aditivos não é realmente comprovado.


2. Estimulação ovariana: medicamentos

Existem muitas opções de protocolos e marcas de medicamentos. Muitos destes medicamentos têm o mesmo efeito, porém preços muito diferentes devido às estratégias de posicionamento no mercado que cada laboratório tem. Os protocolos também podem variar muito no número de injeções necessárias e, com isso, a sua comodidade e conforto. Não é fácil ficar carregando injeções para aplicar durante o turno de trabalho...

Se não estiver satisfeita com o valor da estimulação ou com a dificuldade na utilização destes medicamentos, pergunte para seu médico sobre outras opções. Existem muitas!


3. Procedimentos médicos: captação de óvulos, transferência de embriões

Os procedimentos são realizados em ambientes controlados, como pequenos centros cirúrgicos. Na avaliação do local para os procedimentos é importante certifica-se de dois pontos: primeiro a equipe e a estrutura física em si oferecem o suporte necessário para o caso de urgências?

Segundo ponto, a sala de procedimento tem comunicação direta com o laboratório de embriologia? Este ponto é essencial, pois as equipes clínicas e laboratoriais precsam trabalhar em perfeita sincronia para que seu tratamento tenha a melhor chance de dar certo. Por exemplo, durante a captação é essencial que o líquido aspirado dos folículos vá imediatamente, sem esfriar, para ser analisado e os óvulos separados. Essa análise deve ser simultânea ao procedimento, permitindo assim que o médico possa otimizar seu tratamento a cada passo.


3. Laboratório: insumos e equipamentos

Muito se fala em aditivos para a FIV, mas pouco se fala sobre o coração do tratamento: o laboratório. E não estamos falando em gastar um extra para ver os embriões no seu celular, estamos falando da qualidade de cada insumo, de cada equipamento. Do controle de qualidade rigoroso que cada incubadora merece. Estes controles fazem produzir mais embriões e embriões com maior potencial de gravidez. É um trabalho de bastidores, que não é comentado e não aparece nas mídias sociais.

Estamos aqui falando de listas e planilhas diárias de checagem da temperatura de cada parte de cada incubadora, da umidade, da quantidade de partículas no ar do laboratório. Do controle fino de pH dos meios de cultivo, da vazão dos gases. De equipamentos de ponta, que trazem segurança e credibilidade.

Sem dúvida tudo isso torna o tratamento caro. Mas mesmo assim, é possível pensar em eficiência e oferecer o melhor tratamento por valores acessíveis.

E como encontrar?

Não se engane, não existe FIV barata ou FIV gratuita. Mas existem bons e maus investimentos.

A principal dica é procurar pacotes ou programas nos quais a responsabilidade de sucesso passa a ser da clínica e não sua. A média mundial é a realização de 3 ciclos de FIV para cada nascimento. Pensando nisso, vemos que é comum ter que repetir o tratamento até alcançar o positivo, ou melhor, o nascimento, que é o verdadeiro objetivo.

Nos programas de tratamentos múltiplos, nos quais você tem direito a várias tentativas, há uma mudança de paradigma:

Não é o paciente que deve ser responsável em fazer o máximo pelo sucesso: essa responsabilidade tem que ser do médico e da clínica, que tem a obrigação de fazer o nascimento ocorrer com o menor número de tratamentos possível.

Isso traz eficiência e acolhimento emocional!

FIV eficiente: obter o melhor rendimento com o menor dispêndio

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