Segunda Opinião em Medicina Materno Fetal

A consultoria não é uma consulta médica, funciona como um serviço de segunda opinião médica.

 

O especialista em Medicina Materno Fetal avaliará todo o seu histórico e exames realizados, fornecendo um parecer complementar, opinando frente a resultados duvidosos, significado de determinados diagnósticos e eventual repercussão para a saúde materno fetal.

 

Através do aconselhamento sobre os diagnósticos realizados e tratamentos propostos tem-se como objetivo minimizar o risco de complicações e/ou interpretações equivocadas, não apenas orientando os pacientes e familiares, mas principalmente fornecendo informação adicional para que você e seu médico possam tomar a melhor decisão possível.

Ultrassonografia Obstétrica: 6 a 8 semanas

Exame geralmente realizado por via vaginal.

Objetivos:

  • Determinar o número de embriões presentes, se houve implantação normal dentro do útero ou se há evidências de gestação ectópica, sendo especialmente útil para avaliar a presença de batimentos cardíacos do embrião.

  • Auxilia na condução de casos de mulheres que apresentam dor ou sangramento, bem como para aquelas com histórico de abortamento (perdas gestacionais).

Ultrassonografia Obstétrica Avançada: 11 a 14 semanas

​Exame geralmente realizado por via abdominal, sendo necessária complementação por via vaginal em alguns casos.

Objetivos:

  • Identificar grandes malformações (muitas delas já estão presentes nesta idade gestacional).

  • Calcular o risco de Síndrome de Down e outras anomalias cromossômicas. É feita uma estimativa do risco individual na gestação, levando-se em consideração a idade e alguns dados do exame, como por exemplo a medida da translucência nucal do feto e outros marcadores.

  • Calcular o risco de pré-eclâmpsia e restrição de crescimento fetal.

  • Nos casos de gestações de gêmeos, determinar se ambos os fetos estão se desenvolvendo normalmente e se compartilham a mesma placenta, o que pode levar a problemas na gravidez e necessitar de monitoramento diferenciado.

  • Datação precisa da idade gestacional. Particularmente relevante para mulheres que não passaram pela fertilização in vitro e não conseguem lembrar a data da última menstruação, têm ciclo menstrual irregular, engravidaram durante a amamentação ou imediatamente após interromperem o anticoncepcional.

  • Aconselhamento completo sobre a importância desses riscos, orientações frente a alguma alteração durante o exame, e relatório médico completo ao obstetra que realiza o pré-natal.

Ultrassonografia Obstétrica Avançada: 20 a 24 semanas

Exame realizado por via abdominal, complementado por avaliação transvaginal para medir o comprimento do colo do útero.

Objetivos:

  • Análise detalhada de cada parte do corpo fetal, posição da placenta e sua relação com as estruturas do útero materno, quantidade de líquido amniótico e crescimento fetal. É dada atenção especial ao cérebro, face, coluna vertebral, coração, tórax, estômago, parede abdominal, intestino, rins e membros.

  • Se alguma anormalidade for detectada, o significado dos resultados será discutido e o casal terá a oportunidade de obter mais aconselhamento e orientações, e relatório médico completo será fornecido ao obstetra que realiza o pré-natal.

  • O exame por via transvaginal visa medir o comprimento do colo do útero, durando de 3 a 5 minutos, recomendado principalmente para mulheres com alto risco de parto prematuro, mas também para a população de baixo risco, que poderá se beneficiar de profilaxia frente à identificação de um colo curto.

Ultrassonografia Obstétrica Avançada: 30 a 34 semanas

Exame realizado por via abdominal.

Objetivos:

  • Monitorar a saúde fetal através das medidas que levam ao peso estimado do feto, análise minuciosa do percentil e sua correlação com a curva de crescimento apropriada.

  • Analisar os principais parâmetros da circulação feto-placentária através da metodologia Doppler e identificar alterações no aspecto e posição da placenta e quantidade de líquido amniótico.

 

Particularmente importante em mulheres com gestação de alto risco ou que tiveram complicações anteriores à gravidez, como préeclâmpsia, restrição de crescimento fetal, diabetes gestacional, dentre outros. Em raras ocasiões, pode ser útil a complementação do exame por via vaginal, como nas suspeitas de placenta prévia. Sempre que esta avaliação for indispensável, o médico explicará o motivo à paciente.

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